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Archives for Mar 2017 | Site oficial de Nuno Nepomuceno.

Autorização de saída!

Estive recentemente em Israel, nomeadamente em Jerusalém, onde passei alguns dias de férias. Quem me segue nas redes sociais viu algumas das fotografias que partilhei. Para os restantes, deixo aqui uma pequena reportagem sobre a Terra Santa. Recomendo vivamente.

No 1º dia fiz uma pequena passagem pelo Cardo, o mercado romano, antes de ir ver o Muro Ocidental e o Monte do Templo.

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Não há local mais sagrado para um judeu do que o Muro Ocidental. Exatamente por cima, encontra-se a Esplanada das Mesquitas e a Cúpula do Rochedo. Jerusalém é a 3ª cidade mais importante no Islão, logo depois de Meca e Medina.

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Foi também em Jerusalém que Jesus foi crucificado e percorreu a Via Sacra até ao local da crucificação.

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No 2º dia foi altura de visitar os mercados da cidade. Com 3 bairros, o judeu, o muçulmano e o cristão-arménio, as oportunidades para o negócio são mais do que muitas. O Portão de Jaffa dá acesso a um dos mais movimentados.

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A cidadela, também conhecida por Torre de David, é um museu a céu aberto. A Torre de Faisal proporciona vistas deslumbrantes sobre a cidade e à noite há até um espetáculo multimédia sobre a história do país.

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O 3º dia foi dedicado à Igreja do Santo Sepulcro, o local onde Jesus foi crucificado e sepultado. De tarde, seguiu-se o Monte das Oliveiras. Daniel Silva diz que me cruzei com Gabriel Allon a caminho do hospício onde Leah está internada. Winking

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Houve ainda tempo para mais uma visita ao Muro Ocidental e conhecer o Museu de Israel.

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E chegou o dia das despedidas. O adeus foi dado em Telavive, com um pequeno passeio na marginal.

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Termino com uma pequena recordação que trouxe dentro do passaporte. As autorizações de entrada e saída de Israel. Happy

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A Célula Adormecida, por Cristina Gaspar.

Opinião retirada do canal no YouTube sobre livros e cerveja artesanal:



Cristina Gaspar
Books and Beers

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A Célula Adormecida, por Maggie Reis.

Opinião retirada do blogue Maggie Books, por Maggie Reis.

«Se me disserem que nunca ouviram falar deste livro, ficarei muito espantada. Está nos destaques das livrarias por todo o país, toda a gente fala dele, imensos blogues já publicaram as suas opiniões... é mesmo uma loucura! E há uma explicação lógica para tudo isso. Este livro é... espetacular! 

Já tinha curiosidade em ler um livro sobre o
Daesh há imenso tempo, tenho pegado em alguns livros sobre o assunto e finalmente tive a oportunidade de ler um. 
Infelizmente gostava que fossem discutidos mais factos históricos sobre a Síria e o tormento que o seu povo tem vivido. No entanto, tenho noção de que para tal o livro teria de ser muito maior do que já é. Sendo uma obra de ficção não posso desejar que contenha demasiados detalhes históricos. 

Esta é uma excelente obra de ficção e vou recomendá-la a todos os meus amigos e família.  Adorei cada página e gostava de ter tempo para o voltar a ler no futuro. 

As personagens são maravilhosas ao ponto de sentir uma empatia quase que palpável por algumas delas. Fantástico! Vou recordar a Sarita e o Professor Afonso Catalão para sempre. O enredo está muito bem construído e adorei ver como todas as coisas se iam interligando. A forma como as personagens interagiam umas com as outras... é muito cativante de ler. Principalmente as conversas entre Afonso e Diana.  

Normalmente não me impressiono com facilidade, mas tenho de admitir que fiquei realmente surpreendida com o desfecho da história



Maggie Reis
Maggie Books

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De férias.

Mais de 4 meses passados sobre a publicação da Célula Adormecida, julgo ser apropriado fazer aqui um pequeno balanço sobre o percurso do livro e o impacto que tem tido na minha carreira. Tentarei não me alongar, mas irei também dar conta do que está, para já, previsto para os meses que ainda estão por vir.

O sentimento é extremamente positivo. A noção que tive é que
A Célula Adormecida constituiu, para mim, o livro certo na altura adequada. O esforço foi grande. Eu terminei A Hora Solene no fim de Agosto e sentia-me particularmente saturado de tudo por volta do Natal de 2015. Ter regressado apenas 11 meses depois da conclusão da trilogia Freelancer foi não só uma prova que dei a mim mesmo sobre a minha capacidade de trabalho, como se revelou estrategicamente certo. As livrarias acolheram o livro de forma excecional, fazendo-me acreditar que ainda há esperança, de que o esforço que comecei a fazer há mais de 15 anos, quando elaborei o primeiro esboço daquilo que se viria a transformar no Espião Português, não está a ser em vão. Muito ou pouco, tem existido crescimento. Por exemplo, A Célula Adormecida conseguiu aquilo que nenhum dos volumes da trilogia havia atingido — ser n.º 1 dentro do seu próprio género na Wook e Fnac. Recordo que eu já tinha liderado estas contagens antes, mas apenas com edições eletrónicas. Tê-lo alcançado em papel foi inédito para mim e particularmente saboroso. Sobretudo, porque foi um passo em frente. E é nesse sentido que desejo continuar a caminhar.

Outro aspeto positivo é que, de uma certa forma, os meus livros andam a puxar uns pelos outros. Por exemplo,
O Espião Português está em subida na Wook, onde se posicionou à entrada do top 20, apenas 4 lugares abaixo da Célula Adormecida, que entretanto tem caído um pouco. O mesmo não está a acontecer na Bertrand. É o atual vice-líder dos thrillers desta cadeia livreira, atrás do eterno A Rapariga no Comboio. É possível que quem esteja a ler esta entrada o desconheça, mas a verdade é que hoje em dia, tendo em conta as especificidades do mercado, calcula-se que o período de vida de um livro em Portugal (exceção feita aos grandes best-sellers) ronde as 8 semanas. A partir daí, é velho.

Estes são apenas factos, coisas que pertencem ao passado. O futuro vem aí e será necessariamente mais pausado do que os (turbulentos) últimos tempos. Dei por mim a conversar há poucos dias com uma pessoa e a dizer que «este ano ainda agora começou e eu já estou farto dele». Não costumo entrar em pormenores sobre a minha vida pessoal, mas o azar tem andado a bater à porta, isso é irrefutável. Uma semana inteira com 39º de febre e um acidente com o carro são insignificantes no meio de tudo o de mau que já aconteceu.

Por isso, o ritmo irá ser mais brando nos próximos tempos. As entradas aqui passarão a ser menos regulares, embora vá tentar escrever pelo menos 2 ou 3 por mês até ao fim da primavera. E dentro de uma semana irei mesmo tirar uns dias de férias. Espera-me uma viagem de mais de 6 horas com uma escala a meio (para ser mais barato), mas como irei colocar uma ou outra fotografia
online, escondo para já o destino, prometendo revelá-lo na altura.

Termino com essa promessa e com algo que me deixou bastante orgulhoso quando recebi o convite e que, de uma certa forma, também ilustra a tal progressão mencionada no início desta entrada. Aqui deixo o cartaz da Universidade Lusófona. Sim, sou mesmo eu o orador no dia 18 de Maio. Happy


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