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Cultura Editora | Site oficial de Nuno Nepomuceno.

Modelo por três dias.

O momento acerca do qual já me referi aqui algumas vezes, duas se não me encontro enganado, chegou. As minhas fotografias oficiais já estão algo desatualizadas. Quem me conhece sabe que ganhei imenso charme nos últimos anos (cof, cof), pelo que eu e a Agência das Letras resolvemos renovar um pouco a minha imagem.

Tal como dei conta nas minhas redes sociais, a primeira sessão fotográfica decorreu na passada terça-feira, dia 17. Durou cerca de uma hora, na qual utilizei quatro mudas de roupa e outros tantos cenários, todos em padrões neutros (fundo negro ou branco; sentado, de pé ou apoiado numa secretária). Confesso que me encontrava algo nervoso. Tenho-me sentido à vontade com as idas à televisão, mas a ideia de posar para uma câmara e ter de fazer uma expressão intimida-me. O grupo de trabalho foi, por isso, mantido bem pequeno — apenas eu, a Assunção, o João e o Rodrigo; a fotógrafa, o meu agente e um dos meus assessores de imprensa, respetivamente. E o resultado acabou por ser algo surpreendente. Não tinha reparado que andava tão moreno, ultimamente. O tempo que tenho passado na rua a passear o Kimi (pelo menos uma hora por dia, pois o senhor cachorro anda a ficar gorducho) tem compensado. Vamos ver se tanto lustre não partiu a câmara!

Brincadeiras à parte, a ideia é criar uma base de dados de fotografias oficiais. Daí que vão existir ainda mais duas sessões. A segunda será já esta segunda-feira, dia 23, e com novidades. Iremos deixar o estúdio e rumar a uma localização externa bem no coração de Lisboa onde os livros vão dominar. Caso a meteorologia o permita, o plano será também estender a sessão a um jardim. Vamos ver se S. Pedro nos dá uma pequena ajuda.

A ideia subjacente é criar uma base de dados com fotografias oficiais minhas de onde serão escolhidas algumas para usos diversos, como para colocar na badana do novo livro, enviar à imprensa ou apresentar na remodelação do meu site. É verdade, este cantinho já tem uma nova maquete e surgirá rejuvenescido em janeiro.

Ao bom estilo dos
thrillers, deixarei o melhor para o fim. A terceira e última sessão fotográfica está pensada apenas para dezembro numa outra localização acerca da qual nada irei revelar. Será muito específica/ dedicada ao livro e mais não digo. Me aguardem! Winking

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[Eu, à saída do estúdio onde decorreu a primeira sessão fotográfica. Como se vê, vim pior do que um peru inchado.]

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[Atualização 24/10/2017: Eu e Assunção Castello Branco, a fotógrafa da Lift, a ensaiarmos um grande plano com luz e sombra para promover o novo livro. Fotografia por Rodrigo Almeida Fernandes, Lift.]

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Cultura.


culturalogo


Houve um momento no passado, que não consigo precisar com exatidão, mas que julgo ter ocorrido durante o fim do inverno deste ano, em que dei por mim a pensar no que fazer, qual o rumo pelo qual enveredar. Estava prestes a terminar o processo de pesquisa que delineara para o meu novo romance e o dia (o grande dia) em que iria abrir o ficheiro e começar o primeiro capítulo aproximava-se rapidamente. Foi então que decidi escrever o livro que desejava, imune a pressões, sem querer agradar a ninguém. Entreguei-o a uma nova editora no passado dia 30 de agosto.

Cultura Editora será a chancela que irá publicar o meu quinto original. Apesar de jovem, esta nova casa é habitada por profissionais muito experientes, aos quais agradeço a oportunidade de me incluírem na «família». Trata-se das mesmas pessoas que têm estado nos bastidores de livros de inquestionável sucesso como
Arquipélago, de Joel Neto, ou Prometo Falhar, de Pedro Chagas Freitas, dos quais, ao lado de outros escritores que respeito e admiro, como Carla M. Soares, Flávio Capuleto ou Luís Corredoura, passarei a ser colega.

Não tornarei públicas as razões pelas quais denunciei o contrato com a TopBooks, apesar da exclusividade que concedi a esta editora antes de reeditar
O Espião Português e que tinha inclusivamente sido aumentada aquando do contrato da Célula Adormecida. Não se trata de ingratidão. Reconheço que talvez não tivesse chegado até aqui sem os livros que publiquei com a TopBooks, que me terão dado a mão quando mais ninguém o queria fazer. Mas tenho de procurar o que é melhor para mim e para o futuro que desejo dar aos meus livros. Independentemente dos resultados que o ano de 2018 possa trazer, estou feliz com a opção tomada. Sou agora um autor livre, cujo único compromisso é para com a Agência das Letras, o escritório de agenciamento literário que me passou a representar. O que estará por vir será sempre incerto, mas encaro-o com renovado otimismo e esperança, algo que talvez tenha perdido de há um ano a esta parte.

Não me irei alongar sobre o que será ou não o meu novo livro. Ainda é demasiado cedo, pois nem sequer se encontra fechado. Tratar-se-á de mais um
thriller psicológico, embora diferente do anterior, já que pouco ou nada tem a ver com terrorismo. A capa e o processo de edição já arrancaram, este último ao encargo de Hugo Gonçalves, coautor da série de televisão País Irmão, atualmente a ser exibida pela RTP1. Poderia enunciar aqui uma sucessão de adjetivos acerca do conteúdo, embora prefira não o fazer, não só porque me cairia mal, mas porque prefiro deixar essa responsabilidade ao encargo dos seus futuros leitores. A minha visão será sempre subjetiva e as coisas são o que são. Repito que estou particularmente contente e algo surpreso, diria mesmo, pela qualidade do resultado final. Deixo-vos aqui com a primeira imagem. Em janeiro ou março do próximo ano renascerá com uma capa e a forma de um livro.


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